RADIOPOPFM

Radio Pop fm Parnaiba-Piaui - :

domingo, 15 de setembro de 2013

Dois anos depois do polêmico Caso Fernanda Lages, até hoje se questiona o que realmente aconteceu com a jovem estudante. Durante as investigações das Polícias Civil e Federal toda a população piauiense depositou esperanças nas palavras e afirmações dos promotores Eliardo Cabral e Ubiraci Rocha. O180graus teve acesso às novas diligências solicitadas por eles. Para relembrar um pouco: Eliardo e Ubiraci Esbravejavam que sabiam que existia um “assassino”. Na maioria das vezes iam na contramão do trabalho de investigação das Polícias Civil e Federal. Muitas foram as declarações dos promotores, ditas e desditas. Afirmações que até hoje confundem as pessoas e que deixaram no imaginário popular uma sensação de impunidade e profundo descrédito no trabalho da Polícia. Durante meses a população ouviu declarações chocantes dos promotores. Foram várias teses para a motivação da morte de Fernanda Lages. Entre essas falas, os promotores afirmaram categoricamente que ela fora assassinada por um grupo de pessoas poderosas que estariam ameaçadas pela jovem. Quem mais passou a defender essa, digamos, ‘tese’, foi o promotor Eliardo Cabral. Ele diz que poderia se tratar como uma morte por queima de arquivo. Promotores Eliardo Cabral e Ubiraci Rocha deram entrevistas de que sabiam quem era o assassino Promotores Eliardo Cabral e Ubiraci Rocha deram entrevistas de que sabiam quem era o assassino PROMOTOR SABE QUEM É? Eliardo Cabral não poupou promessas e palavras. Chegou a dizer que era um homem do “pé grande”, que viajou para a Bahia e até questionou o secretário estadual de Segurança Robert Rios, dizendo que ele sabia quem era e se quisesse prendê-lo bastava fazer uma ligação telefônica. Afirmou em todos os canais de televisão que sabia e provaria quem seriam os algozes da jovem estudante, sempre afirmando ter provas e que daria os nomes dos cruéis assassinos. O promotor, por várias vezes, no entanto, voltou atrás em suas afirmações. Ele parecia criar uma nova estória, pois nunca apresentou à sociedade algo que fosse concreto com relação ao tal assassino. Uma pequena prova sequer, algo que pudesse dar a ele tanta certeza em suas declarações, nunca existiu durante todo esse tempo. Até hoje a população imagina que a impunidade reina no Piauí e que os poderosos que ele tanto acusou nas televisões saíram impunes.

Dois anos depois do polêmico Caso Fernanda Lages, até hoje se questiona o que realmente aconteceu com a jovem estudante. Durante as investigações das Polícias Civil e Federal toda a população piauiense depositou esperanças nas palavras e afirmações dos promotores Eliardo Cabral e Ubiraci Rocha. O180graus teve acesso às novas diligências solicitadas por eles.
Para relembrar um pouco: Eliardo e Ubiraci Esbravejavam que sabiam que existia um “assassino”. Na maioria das vezes iam na contramão do trabalho de investigação das Polícias Civil e Federal. Muitas foram as declarações dos promotores, ditas e desditas. Afirmações que até hoje confundem as pessoas e que deixaram no imaginário popular uma sensação de impunidade e profundo descrédito no trabalho da Polícia.
Durante meses a população ouviu declarações chocantes dos promotores. Foram várias teses para a motivação da morte de Fernanda Lages. Entre essas falas, os promotores afirmaram categoricamente que ela fora assassinada por um grupo de pessoas poderosas que estariam ameaçadas pela jovem. Quem mais passou a defender essa, digamos, ‘tese’, foi o promotor Eliardo Cabral. Ele diz que poderia se tratar como uma morte por queima de arquivo.
Promotores Eliardo Cabral e Ubiraci Rocha deram entrevistas de que sabiam quem era o assassino
Promotores Eliardo Cabral e Ubiraci Rocha deram entrevistas de que sabiam quem era o assassino
PROMOTOR SABE QUEM É?
Eliardo Cabral não poupou promessas e palavras. Chegou a dizer que era um homem do “pé grande”, que viajou para a Bahia e até questionou o secretário estadual de Segurança Robert Rios, dizendo que ele sabia quem era e se quisesse prendê-lo bastava fazer uma ligação telefônica. Afirmou em todos os canais de televisão que sabia e provaria quem seriam os algozes da jovem estudante, sempre afirmando ter provas e que daria os nomes dos cruéis assassinos.
O promotor, por várias vezes, no entanto, voltou atrás em suas afirmações. Ele parecia criar uma nova estória, pois nunca apresentou à sociedade algo que fosse concreto com relação ao tal assassino. Uma pequena prova sequer, algo que pudesse dar a ele tanta certeza em suas declarações, nunca existiu durante todo esse tempo. Até hoje a população imagina que a impunidade reina no Piauí e que os poderosos que ele tanto acusou nas televisões saíram impunes.

Nenhum comentário:

Postar um comentário