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sábado, 9 de novembro de 2013

As diligências da Câmara Municipal de Parnaíba prosseguem com relação ao caso de uma suposta assessora “laranja” do vereador Bernardo Rocha (PSC), a Taline Souza Santos. Pela denúncia, Taline não sabia que estava registrada como funcionária da Câmara, recebendo R$ 736,00 e o vereador repassava somente R$ 100, alegando ser uma ajuda. O vereador André Neves (PMDB), presidente da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar, ratificou que a denunciante não apresentou embasamento durante seu depoimento no último dia 20 de setembro. Foto: Ascom do vereador O vereador Reinaldo Filho (PP), corregedor da Câmara Municipal, garantiu que os trabalhos para conclusão do processo estão sendo feitos. Segundo ele, a denunciante deve ser comunicada provavelmente hoje (07) para que obtenha alguma prova a ser apresentada a Comissão de Ética. “Ela fez aqui o seu depoimento e nós procuramos fazer diligências, verificando o que realmente a documentação foi apostada e agora só resta ouvi-la e se ainda tem alguma prova a produzir em favor da denúncia que fez”, elucidou. Após este procedimento será feito um relatório final e a decisão será apresentada ao plenário em um prazo previsto de 15 dias. Daniel Santos para o Proparnaiba.com


As diligências da Câmara Municipal de Parnaíba prosseguem com relação ao caso de uma suposta assessora “laranja” do vereador Bernardo Rocha (PSC), a Taline Souza Santos. Pela denúncia, Taline não sabia que estava registrada como funcionária da Câmara, recebendo R$ 736,00 e o vereador repassava somente R$ 100, alegando ser uma ajuda. O vereador André Neves (PMDB), presidente da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar, ratificou que a denunciante não apresentou embasamento durante seu depoimento no último dia 20 de setembro.
Foto: Ascom do vereador
O vereador Reinaldo Filho (PP), corregedor da Câmara Municipal, garantiu que os trabalhos para conclusão do processo estão sendo feitos. Segundo ele, a denunciante deve ser comunicada provavelmente hoje (07) para que obtenha alguma prova a ser apresentada a Comissão de Ética. “Ela fez aqui o seu depoimento e nós procuramos fazer diligências, verificando o que realmente a documentação foi apostada e agora só resta ouvi-la e se ainda tem alguma prova a produzir em favor da denúncia que fez”, elucidou. Após este procedimento será feito um relatório final e a decisão será apresentada ao plenário em um prazo previsto de 15 dias.
Daniel Santos para o Proparnaiba.com

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